A notícia de que sete trabalhadores dos hotéis da Costa do Sauípe contraíram meningite do tipo C, a mais grave, e de que três deles, dois homens de 19 e 23 anos e uma mulher de 54, morreram por causa da doença assustou tanto os funcionários do complexo hoteleiro quanto os habitantes dos distritos próximos, onde residem praticamente todos os trabalhadores do destino turístico.
Desde anteontem, alguns funcionários de Sauípe, em especial dos dois hotéis nos quais trabalhavam as vítimas, não aparecem no complexo, ainda com receio de contaminação. "Tenho medo de ir lá e voltar com alguma doença que minha família pegue, mesmo que eu não fique doente", afirma um homem de 31 anos, morador de Porto Sauípe, distrito de Entre Rios, a cerca de 10 quilômetros do complexo, que trabalha em um dos hotéis e prefere não se identificar. "Combinei com outros quatro colegas de só voltar quando ninguém mais ficar doente."
Uma colega e vizinha dele, de 28 anos, diz que não só não foi trabalhar ontem, como não permitiu que a filha, de 7 anos, fosse à escola. "Tem muita gente daqui que trabalha nos hotéis e já pode estar doente sem saber", acredita. "Minha filha só volta a estudar quando eu ficar tranquila."
Homenagem
Ainda no domingo, um grupo de cerca de 30 funcionários dos hotéis desistiu da tarde de trabalho para prestar uma homenagem ao lavador de pratos Renan Silva. Seu enterro, realizado em Porto Sauípe, distrito de Entre Rios, no litoral norte baiano, a dez quilômetros da Costa do Sauípe, ocorreu no dia em que completaria 20 anos.
Segundo a assessoria do complexo, que reúne cinco hotéis e cinco pousadas, além de centros esportivos e de uma galeria de lojas e restaurantes, a empresa informa que não recebeu notificações de faltas relacionadas aos casos da doença e que os trabalhos não sofreram prejuízos.
Profilaxia
Entre os quatro infectados ainda internados no Hospital Couto Maia, em Salvador, todos homens, de idades entre 22 e 25 anos, um corre risco de morrer por causa da doença, segundo a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), e deve ser transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os outros seguem em observação, com estado de saúde considerado estável.
Segundo tanto a assessoria de imprensa da Costa do Sauípe quanto a Sesab, não foram registrados mais casos da doença entre os trabalhadores do complexo nas últimas 48 horas.
Para o coordenador de Vigilância Epidemiológica da Sesab, Juarez Dias, é pouco provável que haja novos casos entre funcionários ou hóspedes do hotel. "Todos os 1.350 funcionários do complexo que tiveram algum tipo de contato com os doentes foram medicados com a profilaxia e os hóspedes não correm riscos, porque não mantiveram contato com os infectados, que trabalhavam na cozinha e na arrumação dos quartos", acredita.
Pelo mesmo motivo, Dias avalia que não havia necessidade de interrupção do carnaval fora-de-época Sauípe Folia, que foi realizado no resort entre quarta-feira, 7, e sábado, 10. A direção do Hospital Couto Maia, porém, alerta para que pessoas que tenham estado no complexo nos últimos dias fiquem atentos ao aparecimento de sintomas como febre, dor de cabeça e rigidez na nuca e procurem atendimento médico caso apresentem esses sintomas.
Segundo a Sesab, uma campanha de vacinação, ainda sem data para início, será realizada com todos os funcionários que nunca tenham recebido ou que tenham deixado expirar o prazo de validade da vacina contra meningite tipo C.
Ainda de acordo com a secretaria, as meningites atingiram, entre o início de janeiro e o fim de julho deste ano, 550 pessoas no Estado, levando 57 delas à morte. No mesmo período do ano passado, 1.006 pessoas haviam sido infectadas, das quais 87 morreram.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Ministro inaugura Agência da Previdência em Mandaguari, na região de Maringá
Ontem, ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho (PMDB) inaugurou três agências da Previdência Social no Paraná. Os municípios de Cambará, Andirá e Mandaguari receberam prédios, como parte de um plano de expansão de atendimento que prevê a construção de 38 sedes próprias no Estado e 720 no País.
Em Mandaguari (a 37 quilômetros de Maringá), Alves destacou que os repasses da Previdência Social são mais expressivos que a participação do municípios no bolo de impostos federais. "Em 2010, o município recebeu R$ 10,7 milhões pelo Fundo de Participação dos Municípios (FPM). No mesmo ano, a Previdência pagou R$ 42,7 milhões em benefícios em Mandaguari", destaca.
O município tem 4.912 beneficiários de aposentadoria, pensões e outros pagamentos feitos pela Previdência. Pela falta de uma agência, de janeiro a julho foram registrados 667 pedidos de aposentadoria de moradores de Mandaguari na cidade de Apucarana, distante 35 quilômetros.
É o caso do cortador de cana Nadir José de Souza, 58 anos. Ele se aposentou por acidente de trabalho e precisou viajar dezenas de quilômetros para dar entrada no pedido. "Tive que ir lá três vezes, por causa das perícias. Agora a agência fica em frente à casa do meu pai", diz.
O ministério investiu R$ 1,1 milhão no prédio de Mandaguari, construído em um terreno de 1,2 mil metros quadrados. O imóvel fica no Jardim Bela Vista, região que recebeu uma série de investimentos públicos e privados e mudou a dinâmica de Mandaguari.
"Nos últimos cinco anos, os terrenos deste bairro sofreram valorização de 500%. Isso porque a região recebeu R$ 20 milhões, entre investimentos dos governos municipal, estadual, federal e da iniciativa privada", afirma o prefeito Cyllêneo Pessoa Pereira Júnior, o "Cileninho" (PP).
Investimentos
O deputado federal André Vargas (PT) afirma que, apesar do corte no orçamento federal, sobraram R$ 116 milhões para a continuidade do projeto de expansão da Previdência Social.
"Queremos agora aprovar uma emenda de bancada para que o lançamento dessas agências não pare", ressalta. A proposta de emenda tem o apoio dos demais deputados que acompanharam a terceira visita de Garibaldi Alves ao Paraná, desde que tomou posse, em janeiro. O Estado receberá 38 novas agências da Previdência Social.
Também estiveram em Mandaguari para a inauguração da agência os senadores Roberto Requião (PMDB), Sérgio de Souza (PMDB), os deputados federais Cida Borghetti (PP), João Arruda (PMDB), Nelson Padovani (PSC) e o deputado estadual Ênio Verri (PT).
Balcão
1,2mil É a capacidade mensal de atendimento das novas agências da Previdência Social
Em Mandaguari (a 37 quilômetros de Maringá), Alves destacou que os repasses da Previdência Social são mais expressivos que a participação do municípios no bolo de impostos federais. "Em 2010, o município recebeu R$ 10,7 milhões pelo Fundo de Participação dos Municípios (FPM). No mesmo ano, a Previdência pagou R$ 42,7 milhões em benefícios em Mandaguari", destaca.
O município tem 4.912 beneficiários de aposentadoria, pensões e outros pagamentos feitos pela Previdência. Pela falta de uma agência, de janeiro a julho foram registrados 667 pedidos de aposentadoria de moradores de Mandaguari na cidade de Apucarana, distante 35 quilômetros.
É o caso do cortador de cana Nadir José de Souza, 58 anos. Ele se aposentou por acidente de trabalho e precisou viajar dezenas de quilômetros para dar entrada no pedido. "Tive que ir lá três vezes, por causa das perícias. Agora a agência fica em frente à casa do meu pai", diz.
O ministério investiu R$ 1,1 milhão no prédio de Mandaguari, construído em um terreno de 1,2 mil metros quadrados. O imóvel fica no Jardim Bela Vista, região que recebeu uma série de investimentos públicos e privados e mudou a dinâmica de Mandaguari.
"Nos últimos cinco anos, os terrenos deste bairro sofreram valorização de 500%. Isso porque a região recebeu R$ 20 milhões, entre investimentos dos governos municipal, estadual, federal e da iniciativa privada", afirma o prefeito Cyllêneo Pessoa Pereira Júnior, o "Cileninho" (PP).
Rafael Silva


O ministério investiu R$ 1,1 milhão no prédio de Mandaguari, construído em um terreno de 1,2 mil m2
O deputado federal André Vargas (PT) afirma que, apesar do corte no orçamento federal, sobraram R$ 116 milhões para a continuidade do projeto de expansão da Previdência Social.
"Queremos agora aprovar uma emenda de bancada para que o lançamento dessas agências não pare", ressalta. A proposta de emenda tem o apoio dos demais deputados que acompanharam a terceira visita de Garibaldi Alves ao Paraná, desde que tomou posse, em janeiro. O Estado receberá 38 novas agências da Previdência Social.
Também estiveram em Mandaguari para a inauguração da agência os senadores Roberto Requião (PMDB), Sérgio de Souza (PMDB), os deputados federais Cida Borghetti (PP), João Arruda (PMDB), Nelson Padovani (PSC) e o deputado estadual Ênio Verri (PT).
1,2mil É a capacidade mensal de atendimento das novas agências da Previdência Social
Vereador Saboia acredita que dupla errou de casa
O vereador Carlos Eduardo Saboia (PMN) descartou a possibilidade dos homens que invadiram por engano a residência do seu vizinho na tarde de sábado (10), acreditando ser a sua, serem os mesmos que furtaram a casa do também vereador Wellington Andrade (PRP) na noite de quinta-feira (8). Ele, no entanto, acredita que era o alvo da dupla que fugiu sem levar nada da residência na Rua Mem de Sá, na Zona 2, após descobrir que o vereador não era o dono do imóvel.
"As duas ações foram muito diferentes. Na casa do vereador Wellington os ladrões entraram encapuzados e armados, usaram de violência para entrar na residência, arrombaram portas. No meu vizinho os dois entraram de cara limpa, não estavam armados e não foram violentos. Mas o fato deles perguntarem se era a casa do Dr. Saboia confirma que eles procuravam pela minha casa", diz o vereador.
Questionado sobre a possibilidade da dupla ter agido por motivação política, o vereador afirmou não acreditar nesta hipótese. Ele disse que não é autor de nenhum projeto polêmico na Câmara Municipal de Maringá e sempre trabalhou em favor da população.
Para Saboia, a dupla estava atrás de dinheiro e fugiu sem levar nada da residência por ter ouvido a funcionária, que foi trancada no banheiro, telefonando para a polícia. "Eles devem ter ouvido ela ligando e gritando por socorro, e se deram conta que em poucos minutos os policiais estariam no local dificultando a fuga deles", opina.
Depois do susto, o vereador relatou que pretende reforçar a segurança da casa com a contratação de uma empresa especializada e a instalação de um sistema de câmeras. "Não tinha essa preocupação em instalar equipamentos de segurança em casa, mas agora mudei de ideia. Preciso pensar na segurança da minha família", conclui.
"As duas ações foram muito diferentes. Na casa do vereador Wellington os ladrões entraram encapuzados e armados, usaram de violência para entrar na residência, arrombaram portas. No meu vizinho os dois entraram de cara limpa, não estavam armados e não foram violentos. Mas o fato deles perguntarem se era a casa do Dr. Saboia confirma que eles procuravam pela minha casa", diz o vereador.
Questionado sobre a possibilidade da dupla ter agido por motivação política, o vereador afirmou não acreditar nesta hipótese. Ele disse que não é autor de nenhum projeto polêmico na Câmara Municipal de Maringá e sempre trabalhou em favor da população.
Para Saboia, a dupla estava atrás de dinheiro e fugiu sem levar nada da residência por ter ouvido a funcionária, que foi trancada no banheiro, telefonando para a polícia. "Eles devem ter ouvido ela ligando e gritando por socorro, e se deram conta que em poucos minutos os policiais estariam no local dificultando a fuga deles", opina.
Depois do susto, o vereador relatou que pretende reforçar a segurança da casa com a contratação de uma empresa especializada e a instalação de um sistema de câmeras. "Não tinha essa preocupação em instalar equipamentos de segurança em casa, mas agora mudei de ideia. Preciso pensar na segurança da minha família", conclui.
Sarandi articula criação de Observatório Social
Sob orientação do Observatório Social de Maringá, considerado pioneiro na missão de proporcionar oportunidades que promovam a coesão social por meio da transparência na gestão dos recursos públicos, várias entidades de Sarandi se uniram para criar uma instituição com o objetivo de combater os processos viciados pela corrupção nos órgãos públicos.
O Observatório Social de Sarandi deve concluir o processo de criação dentro de dois meses, mas desde já se propõe fiscalizar. em caráter voluntário, sem ônus para a sociedade.
"A experiência de Maringá mostrou que a existência de um Observatório Social, além de ser um instrumento de combate à corrupção, é um meio de proporcionar economia dos recursos públicos, que podem assim ser revertidos em favor do povo, em obras, cultura, segurança e ação social", disse o presidente da Comissão Provisória, empresário Orfeu Valdecir Casagrande, presidente da Associação Comercial de Sarandi.
"Os empresários sabem de antemão, que o Brasil sofre com a tsunami da corrupção nos quatro cantos do País, notadamente na área das licitações e em todos os setores da administração pública, com devastador prejuízo para a Nação", destaca.
O OSS deverá ter cerca de 15 membros, que serão escolhidos entre as entidades representativas da cidade. Têm participado das reuniões representantes das igrejas católicas e evangélicas, Maçonaria, Movimento Comunitário Brasileiro, Associação Comercial, associações de moradores, Rotary Club e grêmios estudantis.
"Com o apoio do Observatório de Maringá, procedemos na elaboração do estatuto e do registro da instituição, mas mesmo antes da conclusão do processo os membros do futuro OSS já trabalham, inclusive estão à frente do movimento que gestiona junto aos vereadores para que o número de cadeiras na Câmara Municipal não seja aumentado", ressalta Casagrande.
Formação
15 é o número de integrantes que comporão o Observatório Social de Sarandi
O Observatório Social de Sarandi deve concluir o processo de criação dentro de dois meses, mas desde já se propõe fiscalizar. em caráter voluntário, sem ônus para a sociedade.
"A experiência de Maringá mostrou que a existência de um Observatório Social, além de ser um instrumento de combate à corrupção, é um meio de proporcionar economia dos recursos públicos, que podem assim ser revertidos em favor do povo, em obras, cultura, segurança e ação social", disse o presidente da Comissão Provisória, empresário Orfeu Valdecir Casagrande, presidente da Associação Comercial de Sarandi.
"Os empresários sabem de antemão, que o Brasil sofre com a tsunami da corrupção nos quatro cantos do País, notadamente na área das licitações e em todos os setores da administração pública, com devastador prejuízo para a Nação", destaca.
O OSS deverá ter cerca de 15 membros, que serão escolhidos entre as entidades representativas da cidade. Têm participado das reuniões representantes das igrejas católicas e evangélicas, Maçonaria, Movimento Comunitário Brasileiro, Associação Comercial, associações de moradores, Rotary Club e grêmios estudantis.
"Com o apoio do Observatório de Maringá, procedemos na elaboração do estatuto e do registro da instituição, mas mesmo antes da conclusão do processo os membros do futuro OSS já trabalham, inclusive estão à frente do movimento que gestiona junto aos vereadores para que o número de cadeiras na Câmara Municipal não seja aumentado", ressalta Casagrande.
15 é o número de integrantes que comporão o Observatório Social de Sarandi
Ação judicial exige segurança em ferrovias que cortam a região de Maringá
O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma ação civil pública com o objetivo de garantir a segurança nos cruzamentos da linha férrea com as vias urbanas dos municípios da região de Maringá e para garantir a proteção dos bens da extinta Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA) nas cidades compreendidas no trecho que vai de Cianorte a Cambira.
A ação foi proposta contra a América Latina Logística (ALL), concessionária da ferrovia no Paraná, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a União Federal.
Por meio do procedimento, o MPF quer que a Justiça obrigue a ALL a realizar projeto de restauração ou reconstrução das estações ferroviárias no trecho entre Cianorte e Cambira. Pede ainda que a empresa recupere os trilhos, dormentes e faixas de segurança.
Exige ainda, que a ALL realize obras para garantir a segurança de todos os cruzamentos das linhas com as vias urbanas nos municípios de Cianorte, Jussara, Doutor Camargo, Paiçandu, Maringá, Sarandi, Marialva, Mandaguari, Jandaia do Sul e Cambira.
Em relação à ANTT, o MPF quer que a agência faça um relatório detalhado das condições em que se encontram os cruzamentos da linha férrea com as vias urbanas em todos os municípios citados na ação.
Ao Dnit e à União, a cobrança é para que sejam identificados todos os imóveis pertencentes à extinta RFFSA nessas cidades. Além disso, existe uma cobrança direta contra a União Federal no sentido de fiscalizar o contrato de concessão firmado com a concessionária, principalmente no que diz respeito à guarda e à conservação dos bens.
Se forem detectadas irregularidades, o MPF pede que a União aplique as punições cabíveis no contrato firmado com a concessionária da ferrovia.
Procurada no fim da tarde de ontem, a ALL informou por meio da Assessoria de Imprensa que, de todas as estações ferroviárias do trecho, apenas a de Maringá é operacional. Informou, ainda, que a empresa busca continuamente viabilizar a circulação de trens no trecho entre Cianorte e Maringá, que já se encontrava desativado quando a empresa assumiu a concessão.
O trecho deixou de ser usado há 22 anos. Em relação aos cruzamentos com as vias urbanas, a empresa apontou apenas que o responsável pela execução da via mais recente é que deve assumir a responsabilidade da segurança da circulação no local.
Retomada
A reativação da linha férrea entre Maringá e Cianorte é aguardada com expectativa pelos prefeitos e por importantes grupos econômicos das cidades localizadas na área de abrangência da estrada de ferro, que passariam a usar a ferrovia para o transportes de produtos.
O plano de expansão é um dos itens do novo marco regulatório que entrou em vigor em julho deste ano possibilitando o transporte de carga em malhas que não estão sendo aproveitadas pelas atuais operadoras. Do total de trechos subutilizados no Brasil (5,4 mil quilômetros), quase a metade está sob a responsabilidade da ALL (2,6 mil quilômetros).
A ação foi proposta contra a América Latina Logística (ALL), concessionária da ferrovia no Paraná, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a União Federal.
Por meio do procedimento, o MPF quer que a Justiça obrigue a ALL a realizar projeto de restauração ou reconstrução das estações ferroviárias no trecho entre Cianorte e Cambira. Pede ainda que a empresa recupere os trilhos, dormentes e faixas de segurança.
Exige ainda, que a ALL realize obras para garantir a segurança de todos os cruzamentos das linhas com as vias urbanas nos municípios de Cianorte, Jussara, Doutor Camargo, Paiçandu, Maringá, Sarandi, Marialva, Mandaguari, Jandaia do Sul e Cambira.
Em relação à ANTT, o MPF quer que a agência faça um relatório detalhado das condições em que se encontram os cruzamentos da linha férrea com as vias urbanas em todos os municípios citados na ação.
Ao Dnit e à União, a cobrança é para que sejam identificados todos os imóveis pertencentes à extinta RFFSA nessas cidades. Além disso, existe uma cobrança direta contra a União Federal no sentido de fiscalizar o contrato de concessão firmado com a concessionária, principalmente no que diz respeito à guarda e à conservação dos bens.
Se forem detectadas irregularidades, o MPF pede que a União aplique as punições cabíveis no contrato firmado com a concessionária da ferrovia.
Procurada no fim da tarde de ontem, a ALL informou por meio da Assessoria de Imprensa que, de todas as estações ferroviárias do trecho, apenas a de Maringá é operacional. Informou, ainda, que a empresa busca continuamente viabilizar a circulação de trens no trecho entre Cianorte e Maringá, que já se encontrava desativado quando a empresa assumiu a concessão.
O trecho deixou de ser usado há 22 anos. Em relação aos cruzamentos com as vias urbanas, a empresa apontou apenas que o responsável pela execução da via mais recente é que deve assumir a responsabilidade da segurança da circulação no local.
Retomada
A reativação da linha férrea entre Maringá e Cianorte é aguardada com expectativa pelos prefeitos e por importantes grupos econômicos das cidades localizadas na área de abrangência da estrada de ferro, que passariam a usar a ferrovia para o transportes de produtos.
O plano de expansão é um dos itens do novo marco regulatório que entrou em vigor em julho deste ano possibilitando o transporte de carga em malhas que não estão sendo aproveitadas pelas atuais operadoras. Do total de trechos subutilizados no Brasil (5,4 mil quilômetros), quase a metade está sob a responsabilidade da ALL (2,6 mil quilômetros).
Na véspera da votação, 60% dos vereadores querem 15 cadeiras
A permanência da Câmara com 15 cadeiras atingiu ontem, na véspera da votação, o maior porcentual de apoio desde o início dos debates públicos sobre o assunto, em maio deste ano. Ontem, a preferência por 15 assentos era assumida por 9 parlamentares, 60% do total, contra apenas dois (13,3%) na primeira enquete.
Ontem, dois vereadores se comprometerem a votar contra as propostas de aumento para 21 e 23 cadeiras. Belino Bravin e Zebrão (ambos do PP), que no início defendiam 23, alegam que farão a vontade do povo.
"Mais de 80% dos maringaenses acham que deve ficar nos 15 vereadores, sem aumento de salário, então vou votar com a comunidade", garantiu Zebrão.
Bravin declarou seu posicionamento durante um programa de TV. Nos corredores do Legislativo, lamentava a falta de diálogo entre os vereadores. "Não tem consenso para nada nesta Casa. Se a proposta de 15 vereadores precisasse dos dez votos, também não passava", reclamou.
Ordem do dia
A proposta que pode alterar o número de vereadores será o primeiro item a ser votado na sessão ordinária de hoje. Primeiramente, os vereadores analisarão a emenda modificativa, de autoria de Manoel Sobrinho (PC do B), que propõe 23 cadeiras.
Se a proposta não atingir o mínimo de 10 votos, será apreciada outra emenda modificativa, de autoria de Marly Silva (DEM), que sugere o Legislativo com 9 cadeiras. Esta também necessitará de 2/3 da Casa para ser aprovada.
Caso contrário, a Câmara permanecerá com 15 vereadores. Porém, se alguma das emendas for aprovada, a proposta será votada em segundo turno, após interstício de dez dias.
O segundo item da pauta será a diminuição do limite de gastos da Câmara de 5% para 3,5% da previsão orçamentária do município. Como trata-se de emenda à Lei Orgânica, são necessários 10 votos para aprovação.
Em seguida, em regime de urgência, será votado o projeto de lei que eleva o subsídio dos vereadores para R$ 9,4 mil, a partir de 2013. São necessários 8 votos para aprovação do projeto.
Quantas vagas deve ter a câmara?

Ontem, dois vereadores se comprometerem a votar contra as propostas de aumento para 21 e 23 cadeiras. Belino Bravin e Zebrão (ambos do PP), que no início defendiam 23, alegam que farão a vontade do povo.
Ricardo Lopes

Bombeiros vistoriaram plenário da
Câmara ontem; não há problemas
A proposta que pode alterar o número de vereadores será o primeiro item a ser votado na sessão ordinária de hoje. Primeiramente, os vereadores analisarão a emenda modificativa, de autoria de Manoel Sobrinho (PC do B), que propõe 23 cadeiras.
Se a proposta não atingir o mínimo de 10 votos, será apreciada outra emenda modificativa, de autoria de Marly Silva (DEM), que sugere o Legislativo com 9 cadeiras. Esta também necessitará de 2/3 da Casa para ser aprovada.
Caso contrário, a Câmara permanecerá com 15 vereadores. Porém, se alguma das emendas for aprovada, a proposta será votada em segundo turno, após interstício de dez dias.
O segundo item da pauta será a diminuição do limite de gastos da Câmara de 5% para 3,5% da previsão orçamentária do município. Como trata-se de emenda à Lei Orgânica, são necessários 10 votos para aprovação.
Em seguida, em regime de urgência, será votado o projeto de lei que eleva o subsídio dos vereadores para R$ 9,4 mil, a partir de 2013. São necessários 8 votos para aprovação do projeto.

Presos da Casa de Custódia têm mais reféns; PM confirma um ferido

A polícia interrompeu por volta das 23h desta segunda-feira (12) as negociações com os presos rebelados da Casa de Custódia de Maringá. A rebelião teve início por volta das 12h30. Mais de 400 detentos integram a ação, que começou com 20 presos na galeria 2. Um agente penitenciário é mantido refém desde o início do motim. No meio da tarde detentos também foram feitos reféns, porém o número não foi revelado.
Os rebelados cobram mais agilidade nos processos de pedido de liberdade na Justiça em Maringá e solicitam a transferência de presos da unidade para outras penitenciárias do Paraná e de outros Estados. No início da noite, os cerca de 200 presos que estavam no telhado da Casa de Custódia hastearam uma bandeira do Primeiro Comando da Capital (PCC) e, aos gritos, reclamaram do tratamento recebido pelos agentes da unidade. Uma lista com 39 nomes de presos a serem transferidos foi entregue às autoridades - 8 deles queriam ser transferidos para a Penitenciária de Londrina.
A intenção da PM era iniciar a remoção de presos ainda esta noite para tanto foi solicitado que os 39 presos fossem levados até o solário. Os rebelados recuaram após pedirem agilidade nas transferências e pediram que a remoção fosse feita na manhã de terça-feira (13). Por volta das 23h, o capitão Radamés, que está no comando das negociações, que devem ser retomadas pela manhã.
O pedido para agilizar as transferências ocorreu após a chegada, por volta das 19h40, da Tropa de Choque do 5º Batalhão da Polícia Militar de Londrina. Ao perceberem a chegada do reforço policial, os rebelados questionaram o porquê da presença de policiais com submetralhadoras.
Além da Tropa de Choque de Londrina, policiais do 8º BPM de Paranavaí, do 11º BPM de Campo Mourão e da 5ª Companhia da Polícia Militar de Umuarama estão em Maringá para dar apoio ao efetivo do 4º BPM. Equipes de Cascavel e Foz do Iguaçu também estão sendo deslocadas.
Por precaução, a Casa de Custódia foi cercada por policiais em um raio de 100 metros. A operação envolve mais de 100 homens. A ameaça de uma fuga em massa preocupa as autoridades, principalmente após a PM ter recebido a informação de que os presos estariam confeccionando "teresas" (cordas feitas com lençóis e roupas).
Uma equipe especializada em negociação de Curitiba ainda é aguardada em Maringá. Os negociadores estão vindo de helicóptero. A água e a energia elétrica foram cortadas no prédio da Casa de Custódia.
Barril de pólvora
A rebelião, que inicialmente começou com cerca de 20 detentos por volta das 12h30, se espalhou rapidamente. O movimento seria liderado por Maico de Souza Moretti, 25 anos, conhecido pela PM pelo codinome "Guerreiro". O detento de Paranavaí cumpre pena de mais de 80 anos de reclusão e teria começado a planejar a rebelião na sexta-feira (9) quando, sem sucesso, os detentos iniciaram um motim que foi contido pelos agentes da Casa de Custódia.
No início da manhã desta segunda-feira, cinco presos conseguiram fugir da Casa de Custódia antes de começar a rebelião. À tarde, os detentos chegaram a jogar "teresas" (cordas feitas com lençóis e roupas) do telhado, numa tentativa de fuga que foi frustrada pela polícia. Depois, estouraram as grades das celas da galeria 2 para libertar mais presos para engrossar a rebelião.
Um agente penitenciário foi feito refém e colocado em cima do telhado, vigiado por 11 presos munidos de barras de ferro, que ameaçavam a vítima. "Se sair tiro, vamos arrancar a cabeça do refém", prometeram os revoltosos. Informações davam conta de que o nome do agente feito refém seria Paulo Arruda.
Os presos confirmaram que poderiam matar outros detentos para mostrar a força do movimento, caso as reivindicações não fossem atendidas. O capitão Radamés confirmou um ferido na rebelião. A pessoa ferida foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital Universitário de Maringá – a informação é que a vítima teria levado um tiro nas costas por volta das 13h.
No início da tarde, a imprensa foi convocada a pedido dos rebelados para conversar com um dos presos. "Guerreiro" foi eleito o porta-voz dos revoltosos. Um rádio HT foi entregue a ele para agilizar as negociações. Foi solicitado que os profissionais da imprensa registrassem por meio de fotografias e filmagens a negociação.
O porta-voz dos presos afirmou que a rebelião era uma reação às pauladas e dentes quebrados dentro da Casa de Custódia. Cerca de 100 detentos permaneceram na laje, juntamente com o refém, enquanto o restante ficou no interior das galerias.
A conversa com a imprensa terminou por volta das 14 horas. Os presos reclamaram muito de agressões sofridas no interior da unidade, da qualidade da alimentação, que muitas vezes chega azeda, disseram, por meio do interlocutor.
Por volta das 15h, a promotora da Vara de Execuções Penais, dra. Valéria Seyer, chegou à Casa de Custódia. A presença dela estava entre as reivindicações dos rebelados. O comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Chehade Elias Geha, também chegou ao local no mesmo horário.
Quebra-quebra
O clima ficou ainda mais tenso após a recusa da PM de liberar os presos da cela de número 35 como exigiam os rebelados. Diante do questionamento da PM sobre o porque da liberação desses detentos, o movimento disse que se tratavam de colegas deles que também queriam se juntar à rebelião.
Sem avanço nas negociações, por volta das 15h30, os rebelados promoveram um quebra-quebra na unidade. O barulho no interior da Casa de Custódia era intenso, com os presos destruindo celas e demais salas da cadeia. Policiais comentavam que, dependendo do tamanho do estrago causado pelos rebelados, havia a possibilidade da unidade ser interditada.
No mesmo horário, os detentos começaram a utilizar partes arrancadas da estrutura da Casa de Custódia de Maringá como arma contra a PM, atirando pedaços de ferro e de concreto nos policiais. Mais de 200 subiram ao telhado.
Por volta das 16h, um detento usando o condinome de Fernando assumiu as negociações com a Polícia Militar. Ele pediu calma aos policiais e garantiu que ninguém seria ferido dentro da Casa de Custódia. O interlocutor solicitou ainda mais um rádio HT para facilitar as negociações.
Os detentos também queriam telefones celulares para dar continuidade as negociaçõe, reivindicação não aceita pela PM. No fim da tarde um representante dos Direitos Humanos conversou novamente com o líder do rebelados.
Aflição
Os rebelados cobram mais agilidade nos processos de pedido de liberdade na Justiça em Maringá e solicitam a transferência de presos da unidade para outras penitenciárias do Paraná e de outros Estados. No início da noite, os cerca de 200 presos que estavam no telhado da Casa de Custódia hastearam uma bandeira do Primeiro Comando da Capital (PCC) e, aos gritos, reclamaram do tratamento recebido pelos agentes da unidade. Uma lista com 39 nomes de presos a serem transferidos foi entregue às autoridades - 8 deles queriam ser transferidos para a Penitenciária de Londrina.
A intenção da PM era iniciar a remoção de presos ainda esta noite para tanto foi solicitado que os 39 presos fossem levados até o solário. Os rebelados recuaram após pedirem agilidade nas transferências e pediram que a remoção fosse feita na manhã de terça-feira (13). Por volta das 23h, o capitão Radamés, que está no comando das negociações, que devem ser retomadas pela manhã.
O pedido para agilizar as transferências ocorreu após a chegada, por volta das 19h40, da Tropa de Choque do 5º Batalhão da Polícia Militar de Londrina. Ao perceberem a chegada do reforço policial, os rebelados questionaram o porquê da presença de policiais com submetralhadoras.
Além da Tropa de Choque de Londrina, policiais do 8º BPM de Paranavaí, do 11º BPM de Campo Mourão e da 5ª Companhia da Polícia Militar de Umuarama estão em Maringá para dar apoio ao efetivo do 4º BPM. Equipes de Cascavel e Foz do Iguaçu também estão sendo deslocadas.
Por precaução, a Casa de Custódia foi cercada por policiais em um raio de 100 metros. A operação envolve mais de 100 homens. A ameaça de uma fuga em massa preocupa as autoridades, principalmente após a PM ter recebido a informação de que os presos estariam confeccionando "teresas" (cordas feitas com lençóis e roupas).
Uma equipe especializada em negociação de Curitiba ainda é aguardada em Maringá. Os negociadores estão vindo de helicóptero. A água e a energia elétrica foram cortadas no prédio da Casa de Custódia.
Barril de pólvora
A rebelião, que inicialmente começou com cerca de 20 detentos por volta das 12h30, se espalhou rapidamente. O movimento seria liderado por Maico de Souza Moretti, 25 anos, conhecido pela PM pelo codinome "Guerreiro". O detento de Paranavaí cumpre pena de mais de 80 anos de reclusão e teria começado a planejar a rebelião na sexta-feira (9) quando, sem sucesso, os detentos iniciaram um motim que foi contido pelos agentes da Casa de Custódia.
No início da manhã desta segunda-feira, cinco presos conseguiram fugir da Casa de Custódia antes de começar a rebelião. À tarde, os detentos chegaram a jogar "teresas" (cordas feitas com lençóis e roupas) do telhado, numa tentativa de fuga que foi frustrada pela polícia. Depois, estouraram as grades das celas da galeria 2 para libertar mais presos para engrossar a rebelião.
Um agente penitenciário foi feito refém e colocado em cima do telhado, vigiado por 11 presos munidos de barras de ferro, que ameaçavam a vítima. "Se sair tiro, vamos arrancar a cabeça do refém", prometeram os revoltosos. Informações davam conta de que o nome do agente feito refém seria Paulo Arruda.
Os presos confirmaram que poderiam matar outros detentos para mostrar a força do movimento, caso as reivindicações não fossem atendidas. O capitão Radamés confirmou um ferido na rebelião. A pessoa ferida foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital Universitário de Maringá – a informação é que a vítima teria levado um tiro nas costas por volta das 13h.
Cerca de 900 homens estão presos na casa de Custódia. As galerias 1 e 3 foram cercadas pela polícia para prevenir que os rebelados libertassem mais detentos. Entretanto, os presos conseguiram furar o bloqueio. Alguns grupos de detentos se recusaram a participar da rebelião - entre eles, o de evangélicos.
NegociaçõesNo início da tarde, a imprensa foi convocada a pedido dos rebelados para conversar com um dos presos. "Guerreiro" foi eleito o porta-voz dos revoltosos. Um rádio HT foi entregue a ele para agilizar as negociações. Foi solicitado que os profissionais da imprensa registrassem por meio de fotografias e filmagens a negociação.
O porta-voz dos presos afirmou que a rebelião era uma reação às pauladas e dentes quebrados dentro da Casa de Custódia. Cerca de 100 detentos permaneceram na laje, juntamente com o refém, enquanto o restante ficou no interior das galerias.
A conversa com a imprensa terminou por volta das 14 horas. Os presos reclamaram muito de agressões sofridas no interior da unidade, da qualidade da alimentação, que muitas vezes chega azeda, disseram, por meio do interlocutor.
Por volta das 15h, a promotora da Vara de Execuções Penais, dra. Valéria Seyer, chegou à Casa de Custódia. A presença dela estava entre as reivindicações dos rebelados. O comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Chehade Elias Geha, também chegou ao local no mesmo horário.
Quebra-quebra
O clima ficou ainda mais tenso após a recusa da PM de liberar os presos da cela de número 35 como exigiam os rebelados. Diante do questionamento da PM sobre o porque da liberação desses detentos, o movimento disse que se tratavam de colegas deles que também queriam se juntar à rebelião.
Sem avanço nas negociações, por volta das 15h30, os rebelados promoveram um quebra-quebra na unidade. O barulho no interior da Casa de Custódia era intenso, com os presos destruindo celas e demais salas da cadeia. Policiais comentavam que, dependendo do tamanho do estrago causado pelos rebelados, havia a possibilidade da unidade ser interditada.
No mesmo horário, os detentos começaram a utilizar partes arrancadas da estrutura da Casa de Custódia de Maringá como arma contra a PM, atirando pedaços de ferro e de concreto nos policiais. Mais de 200 subiram ao telhado.
Por volta das 16h, um detento usando o condinome de Fernando assumiu as negociações com a Polícia Militar. Ele pediu calma aos policiais e garantiu que ninguém seria ferido dentro da Casa de Custódia. O interlocutor solicitou ainda mais um rádio HT para facilitar as negociações.
Os detentos também queriam telefones celulares para dar continuidade as negociaçõe, reivindicação não aceita pela PM. No fim da tarde um representante dos Direitos Humanos conversou novamente com o líder do rebelados.
Aflição
Parentes dos presos foram à Casa de Custódia para ter informações dos detentos assim que souberam da rebelião. O medo dos familiares dos detentos era que, aproveitando-se da rebelião, alguns presos matassem outros em acertos de contas.
Assinar:
Postagens (Atom)