Juntamente com Márcia Socreppa, que assumiu a vaga deixada pelo colega de partido Evandro Júnior (PSDB) – eleito deputado estadual –, esses 7 nomes completariam a Câmara de Maringá caso ela tivesse 23 cadeiras, ao invés das 15 atuais.
Divulgação
Câmara Municipal tem 15 vereadores; intenção é aumentar para 23
A pedido de O Diário, o advogado especialista em Direito Eleitoral, Ulisses Maia, também fez projeções de como ficaria a Câmara de Maringá com 9 e 21 cadeiras. Com 23, o número de partidos representados no Legislativo maringaense subiria de 9 para 12.
Com o mínimo de assentos permitido pela Constituição, apenas o PP do prefeito Silvio Barros e a coligação encabeçada pelo PT teriam atingido o quociente partidário (quantidade mínima de votos que um partido ou uma coligação tem que conquistar para ter direito a, no mínimo, uma cadeira na Câmara). Nesse caso, o PP ficaria com 5 cadeiras, o PT com 3 e o PC do B com 1.
Na Câmara mais enxuta possível, o quinto nome do PP seria a ex-vereadora e atual secretária de Educação, Edith Dias, que nas eleições foi apenas a 34ª mais votada, com 1.350 votos. O mais votado entre todos, Wellington Andrade (PRP), com 4.862 votos, ficaria de fora porque seu partido não teria alcançado quociente.
Historiador político da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Reginaldo Dias confirma os dados apresentados por Ulisses, mas acredita que um Legislativo bipartidário dificilmente ocorreria se os partidos conhecessem o número de cadeiras disponíveis antes da disputa.
"O jogo é jogado de acordo com as regras do campeonato. Se houvesse apenas 9 cadeiras em disputa, as legendas se reorganizariam para garantir um lugar na Casa", diz o professor.
Quais seriam os eleitros?
Na Câmara mais enxuta possível, o quinto nome do PP seria a ex-vereadora e atual secretária de Educação, Edith Dias, que nas eleições foi apenas a 34ª mais votada, com 1.350 votos. O mais votado entre todos, Wellington Andrade (PRP), com 4.862 votos, ficaria de fora porque seu partido não teria alcançado quociente.
Historiador político da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Reginaldo Dias confirma os dados apresentados por Ulisses, mas acredita que um Legislativo bipartidário dificilmente ocorreria se os partidos conhecessem o número de cadeiras disponíveis antes da disputa.
"O jogo é jogado de acordo com as regras do campeonato. Se houvesse apenas 9 cadeiras em disputa, as legendas se reorganizariam para garantir um lugar na Casa", diz o professor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário